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Roseli da SilvaNeuropsicopedagoga Clínica

Disseram que pode ser autismo e você não sabe por onde começar

Eu sou Roseli, neuropsicopedagoga clínica em Foz do Iguaçu. Trabalho com neurociências e ABA, atendo presencial e online, e explico o processo inteiro antes de você decidir qualquer coisa.

O que as famílias me contam

  • Ele não para quieto um minuto e ninguém dá conta na escola.
  • Falou tarde, e agora fala pouco perto das outras crianças.
  • Qualquer mudança na rotina vira uma crise.
  • A professora disse que ele não interage com os colegas.
  • Disseram que pode ser autismo e eu não sei por onde começar.

Duas situações diferentes

O caminho muda conforme o ponto em que sua família está hoje. Nenhum dos dois começa por rótulo.

Ainda não tenho um relatório

O caminho é a avaliação neuropsicopedagógica: de 9 a 10 encontros para mapear como seu filho aprende, se comunica e se regula. Ela não fecha diagnóstico — ela dá à equipe médica, e a você, o mapa que hoje falta.

Ver como é a avaliação

Já tenho o diagnóstico fechado

Aqui o trabalho é a intervenção contínua, com neurociências e ABA: desenvolver comunicação, autonomia na rotina e manejo do comportamento, com plano revisado periodicamente e orientação para a família e para a escola.

Ver o acompanhamento

As dúvidas que travam a decisão

E se for só uma fase?

Às vezes é mesmo — e isso é uma resposta legítima. Só que esperar mais um ano letivo para descobrir custa caro para a criança. A avaliação existe justamente para reduzir essa incerteza: ela diz se é maturação, se é outra coisa, ou se é hora de agir. Saber cedo amplia as opções.

Meu filho vai ficar rotulado?

Uma criança chamada de preguiçosa, avoadinha ou bagunceira na escola já carrega um rótulo — só que impreciso, e ninguém sabe o que fazer com ele. O relatório neuropsicopedagógico descreve como ela aprende e do que precisa. Não é etiqueta: é instrução de uso, e é o que faz o professor mudar de postura.

E se o pai (ou a mãe) não concordar em avaliar?

É comum um responsável aceitar e o outro não. Nesses casos eu proponho a conversa inicial com os dois, sem compromisso: explico o que é e o que não é a avaliação, e o que acontece se nada for feito. A decisão continua sendo da família — mas informada.

Como funciona a intervenção

Trabalho com base em neurociências e em ABA (Análise do Comportamento Aplicada). A avaliação leva de 9 a 10 encontros; depois dela, as sessões são contínuas e o plano é revisado periodicamente conforme a criança evolui.

O que você recebe

Relatório de avaliação
Perfil de aprendizagem com potencialidades, barreiras e funções cognitivas avaliadas — atenção, memória, funções executivas.
Plano de Intervenção Individualizado (PII)
Roteiro estruturado com as metas terapêuticas traçadas para a criança.
Sessão de devolutiva
Encontro explicativo com os pais para esclarecer os achados e tirar dúvidas em linguagem acessível.
Guia de orientações práticas
Estratégias e adaptações concretas para a família aplicar na rotina de casa.
Ponte com a escola
Reunião ou documento com orientações práticas para os professores adaptarem o manejo em sala de aula.

O que eu não faço

  • Não emito laudo.

    Entrego relatório e parecer neuropsicopedagógico.

  • Não fecho diagnóstico de TEA ou TDAH sozinha.

    Avalio, mapeio o perfil cognitivo e levanto hipóteses que fundamentam o diagnóstico da equipe médica.

  • Não prometo cura nem prazo de alfabetização.

    Trabalho com evolução funcional observável: autonomia na tarefa, estratégias próprias e mais clareza para a família.

Uma trajetória real

Um paciente de 3 anos, não verbal, iniciou intervenção comigo. Depois de cerca de 4 meses de trabalho contínuo, desenvolveu fala e começou a leitura.

Relato de caso real, sem identificação e com autorização. Cada criança responde no seu tempo — não existe prazo garantido, e este resultado não é promessa de repetição.

Atendimento online e domiciliar

Sei que sair de casa com uma criança em crise nem sempre é possível. Além do atendimento presencial em Foz do Iguaçu, faço intervenção domiciliar e online de verdade — o que atende também famílias de Ciudad del Este e Puerto Iguazú.

Ainda com dúvida?

E se for só uma fase?

Às vezes é mesmo — e isso é uma resposta legítima. Só que esperar mais um ano letivo para descobrir custa caro para a criança. A avaliação existe justamente para reduzir essa incerteza: ela diz se é maturação, se é outra coisa, ou se é hora de agir. Saber cedo amplia as opções.

Meu filho vai ficar rotulado?

Uma criança chamada de preguiçosa, avoadinha ou bagunceira na escola já carrega um rótulo — só que impreciso, e ninguém sabe o que fazer com ele. O relatório neuropsicopedagógico descreve como ela aprende e do que precisa. Não é etiqueta: é instrução de uso, e é o que faz o professor mudar de postura.

E se o pai (ou a mãe) não concordar em avaliar?

É comum um responsável aceitar e o outro não. Nesses casos eu proponho a conversa inicial com os dois, sem compromisso: explico o que é e o que não é a avaliação, e o que acontece se nada for feito. A decisão continua sendo da família — mas informada.